15 dezembro 2016

Enunciar: Lindrielli Rocha

Quando eu pensei no Enunciar, não quis, em momento algum, limitar espaços. E é por isso que nem sempre somos nós quem fazemos as fotos. No post de hoje, por exemplo, as fotos foram feitas lá em Curitiba, pela própria Lindrielli.







Não conheço Curitiba, mas imagino que lá deve ter vários brechós com peças incríveis (pelas fotos que a Lindri mandou, vários moletons lindinhos hihi).

Ir ao brechó é realmente um aventura. A gente nunca sabe o que vai encontrar e até se vai encontrar alguma coisa. Nas minhas duas últimas idas ao brechó, inclusive, não encontrei nada. Mas a sensação que a gente tem de buscar, o friozinho na barriga, como a Lindrielli descreveu, já é gostoso e, segundo ela, já é algo que a deixa feliz.





Falei com a Lindri no início de setembro, e na época ela me disse as últimas aquisições de brechó dela foram em dois locais: ambos brechós comandados por mulheres que fazem deles seus sustentos. "Uma delas inclusive, é uma senhora que tem amigas que vão pra lá ajudar e bater papo. Acho isso bonito". E é mesmo.

Assim como eu, ela também tem dificuldade de encontrar calças jeans em brechó, mas é sempre muito bom encontrar algo que a gente gosta e que nos serve. Pra ela, usar uma peça de brechó dá aquela sensação de sorte por ter encontrado algo diferente (além de ser uma opção muito boa financeiramente, principalmente pra alguém que mora sozinha como ela).

A cada post é uma descoberta, uma sensação de "como eu me identifico com essa pessoa", sabe? Pra mim, que escrevo e que convidei as pessoas pro projeto, fico com meu coração cheio de orgulho e vontade de saber mais e mais sobre os significados do brechó pras pessoas.

Sei que às vezes demora pra sair um post desse, mas juro que cada palavrinha que escrevo é uma emoção escorrendo pelos dedos. Afinal, blog é um aprendizado diário (e não importa se você tem ele há uma semana, três meses ou quatro anos).


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