31 outubro 2016

Mude-se!

O post de hoje vem com uma novidade. É um daqueles textos mais pessoais, sabe? Onde escrevo minha opinião, ou coisas que afligem meu coração canceriano. Venho experimentando e como vejo que algumas pessoas se identificam, resolvi mantê-los. Quero agora testar coisas além dos textos também, por isso essa novidade: eu gravei um áudio do texto que escrevi, assim, quem não quiser ler, pode apenas ouvir. Ou o contrário. Ou os dois. Eu quero é expandir opções. Me digam o que acham! Lá vai: 





Não tem nada errado em mudar. Mudar os planos, mudar de opinião, mudar de estilo ou mudar de cabelo. Isso a gente aprende com os anos. Eu, com apenas 24 anos, não nego meus erros, não evito pedir desculpas, não deixo de falar que mudei de opinião.

Tem mudanças que não escolhemos, e são elas que nos diz que o mundo não acaba se mudar de a para b. Nem mesmo se não tivermos, antecipadamente, pensado em outra alternativa. Ela surgirá, é fato. 

Hoje em dia parece ser muito difícil alterar os planos. As redes sociais têm nossas opiniões todas expostas, curtidas e comentadas. Mudar de opinião ou de plano não significa fracasso, significa apenas que mudaram. 

É, sem dúvida, mais fácil ir pelo caminho do orgulho, buscar justificativas que fortaleçam nossas antigas opiniões e que nos fazem permanecer com antigos planos. Assim como é, sem dúvida, mais fácil comprar roupas na mesma loja, lá a gente já sabe as medidas, os estilos, aprendemos que tipo de peça cai melhor no nosso corpo. E também é, sem dúvida, mais fácil ficar com o mesmo cabelo, já sabemos os penteados possíveis, o lado que ele fica melhor, como ele voa quando o vento bate. 

Eu não sei vocês, mas eu acredito que tudo nos altere. O local, as pessoas, o nosso dia-a-dia. E se tudo muda, a gente muda junto também, e aí tá tudo certo, tudo legal. A gente vai se encaixando com o mundo e junto dele nos descobrindo. Tá tudo certo você dizer que tá errado. Errado mesmo, pra mim, é ficar igual.

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